Manifestante imola-se frente ao consulado de Israel em Atlanta, EUA
Bombardeamento no sul de Gaza fazem mais de 100 mortos
Mohammed Fayq Abu Mostafa - Reuters
Mais pormenores no trabalho do jornalista João Torgal.
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RTP acompanha no terreno a guerra do Médio Oriente
Fim da trégua em Gaza. Israel retomou os bombardeamentos
Israel anunciou a morte de cinco reféns em Gaza
Abdullah II da Jordânia lembra na COP28 as vítimas de Gaza
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Médicos Sem Fronteiras pedem a Israel que revogue nova ordem de retirada
Israel informou países árabes de que quer zona tampão em Gaza num pós-guerra
Fim de trégua é "péssima notícia" e regresso à tragédia, reage António Costa
Em declarações aos jornalistas, à margem da inauguração do Pavilhão de Portugal na 28.ª Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP28), que está a decorrer no Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, António Costa considerou tratar-se de "uma péssima notícia", como seria qualquer o fim de qualquer cessar-fogo no Médio Oriente, na Ucrânia ou em qualquer ponto do mundo.
"É com muita pena que toda a humanidade assiste a esta situação", acrescentou.
Israel e o movimento islamita palestiniano Hamas anunciaram hoje que a trégua entre os dois lados do conflito expirou esta manhã e os combates recomeçaram na Faixa de Gaza.
De um lado, o exército israelita acusou o Hamas de ter quebrado o cessar-fogo e anunciou a retoma dos combates, minutos depois de ter terminado a trégua temporária estabelecida a 24 de novembro.
O Ministério do Interior da Faixa de Gaza, controlada pelo Hamas desde 2007, afirmou que "os aviões israelitas estão a sobrevoar a Faixa e os seus veículos abriram fogo no noroeste do enclave".
A trégua expirou às 07:00 da manhã (05:00 em Lisboa).
A interrupção dos combates começou há uma semana, a 24 de novembro, inicialmente durante quatro dias até ter sido prolongada com a ajuda do Qatar e do Egito, países mediadores.
Durante a trégua, o Hamas e outros militantes de Gaza libertaram mais de 100 reféns, na maioria israelitas, em troca de 240 palestinianos detidos em prisões de Israel.
Kremlin considera que prolongamento da trégua teria sido "mais conveniente"
"É claro que preferiríamos ver notícias de uma nova extensão desta pausa humanitária. Parece-nos que seria mais conveniente, dada a dimensão da catástrofe", afirmou o porta-voz da presidência russa, Dmitry Peskov, na sua conferência de imprensa diária, citado pela Efe.
Fim do cessar-fogo. Israel retomou ofensiva em Gaza
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Gomes Cravinho fala em fracasso coletivo no fim do cessar-fogo no Médio Oriente
"Fracassamos coletivamente", declarou ainda o ministro português. "É importante, numa situação que é muitíssimo tensa (...), que haja coragem de parte a parte para regressar ao cessar-fogo. E é esse o apelo que temos vindo a fazer".
Segundo o chefe da diplomacia portuguesa, não é o melhor momento para "apontar dedos".
Combates ao longo da manhã na Faixa de Gaza
Ministro português dos Negócios Estrangeiros lamenta "fim da trégua humanitária"
Lamentamos profundamente o fim da trégua humanitária e a retoma de hostilidades. Isto não é benéfico para israelitas ou para palestinianos, e traz mais perigo para os reféns. Apelamos a um regresso ao cessar-fogo e a retoma de ajuda humanitária.
— João Cravinho (@JoaoCravinho) December 1, 2023
Guterres " lamenta profundamente" reinício dos combates
"Ainda tenho esperança de que seja possível renovar a pausa que tinha sido estabelecida. O recomeço das hostilidades só vem demonstrar a importância de um verdadeiro cessar-fogo humanitário", acrescentou António Guterres, algumas horas depois de o exército israelita ter retomado os bombardeamentos na Faixa de Gaza.
I deeply regret that military operations have started again in Gaza.
— António Guterres (@antonioguterres) December 1, 2023
I still hope that it will be possible to renew the pause that was established.
The return to hostilities only shows how important it is to have a true humanitarian ceasefire.
Hamas e Israel trocam acusações sobre fim de tréguas
Foto: Avi Roccah - Reuters
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Citando "documentos, e-mails e entrevistas" a que teve acesso, o jornal norte-americano afirmou que o plano descrevia com grande precisão um ataque surpresa como o que o grupo islamita palestiniano levou a cabo a 07 de outubro, que causou 1.200 mortos em Israel e mais de 200 reféns.
O plano de 40 páginas, com o nome de código "Muro de Jericó", previa a utilização de drones para destruir as câmaras de segurança ao longo da fronteira com a Faixa de Gaza, ou a entrada em massa de militantes a pé, de mota e de parapente, embora não fixasse uma data para a operação.
Os oficiais militares da região não acreditavam que fosse possível um ataque desta dimensão. Não é claro se o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, ou outros líderes políticos tiveram acesso aos documentos, notou o jornal.
C/Lusa
Jordânia lança ajuda médica para Gaza pela terceira vez
A agência de notícias estatal jordana Petra adiantou que esta operação foi realizada para “desenvolver as capacidades do hospital e fornecer serviços de saúde” aos feridos, numa altura em que quase todos os hospitais da Faixa de Gaza foram encerrados.
O hospital de campanha da Jordânia, estabelecido em 2009 no bairro de Al Rimal, no norte da cidade de Gaza, continua a funcionar "apesar das difíceis condições que atravessa como resultado dos bombardeamentos israelitas", referiu fonte militar citada pela Petra.
Ponto de situação
Ataques aéreos de Israel atingiram o sul do enclave, incluindo a comunidade de Abassan, a leste da cidade de Khan Younis. Um outro ataque atingiu uma casa a noroeste da cidade de Gaza, escreveu a agência de notícias Associated Press (AP).
Também em Israel, as sirenes soaram em três quintas comunitárias perto da Faixa de Gaza, alertando para o lançamento de foguetes, referiu ainda a AP, apontando que este é um sinal de que também o Hamas terá retomado os ataques. Os militares israelitas anunciaram a retoma dos combates meia hora após a trégua entre os dois lados do conflito ter expirado, às 07h00 horas.
O exército israelita acusou mesmo o Hamas de ter quebrado o cessar-fogo e anunciou a retoma dos combates.
"O Hamas violou a pausa operacional e, além disso, disparou contra território israelita. As Forças de Defesa de Israel [IDF, na sigla em inglês] retomaram os combates contra a organização terrorista Hamas na Faixa de Gaza", declarou o exército em comunicado.
C/Lusa